A Liderança de Hoje: mais do que liderar pessoas, é gerenciar processos!

As mudanças dos últimos anos nas organizações e os avanços tecnológicos nos meios de produção e nas comunicações, têm despertado questionamentos significativos nos profissionais da área de gestão pessoas.
Qual é o novo perfil das liderança nas empresas?

As mudanças ocorridas nos últimos anos no mundo do trabalho, que se fazem presentes para além das organizações industriais e que possuem como suporte a grande evolução tecnológica nos meios de produção e nas comunicações, tem despertado questionamentos significativos aos estudiosos da gestão pessoas e liderança. Isto porque, os gestos executados e os procedimentos para a realização das tarefas, nem sempre podem ser observados e medidos, uma vez que homem e tecnologia da informação (TI) trabalham em parceria.

Enquanto antes, pela análise das atividades realizadas pelas pessoas nas indústrias era possível verificar quem era produtivo e quem era improdutivo, hoje o trabalho se adequa à era virtual, apresentando variações e resultados que parecem, por vezes, invisíveis. Nossos avós jamais imaginariam a possibilidade de uma pessoa enriquecer sem sair de casa, apenas por administrar sites de relacionamento pessoal, ou por vender produtos através do computador.

O modelo de produção predominante do pós-guerra, denominado “Fordismo” que determinava formas estáveis de relação de trabalho, produção em massa e gestão nacional da demanda, entrou em crise na década de 70, abrindo espaço a uma forma de produção mais fragmentada, que exige mão de obra especializada para competir em âmbito internacional. Esta é a era da chamada Flexibilização.

Essa nova reestruturação industrial, chamada 4ª revolução industrial ou Indústria 4.0, marcada pelo uso da tecnologia para solucionar problemas, seja por meio da Internet of Things (IoT), Manufaturing Execution System (MES), Big Data e a Cloud Computing tem transformado a estrutura ocupacional nos setores industriais.

Hoje, quantificar o valor real da força de trabalho, ou treinar e qualificar os profissionais para as especificidades exigidas na área industrial tem sido o grande desafio dos departamentos de recursos humanos. Tais mudanças acabam por delinear também novas exigências às questões de liderança.

Diante disso, para que nossas reflexões tenham objetivos bem definidos e sejam comprometidas com a mudança de pessoas e equipes, é necessário compreender onde estamos hoje para que possamos ter discussões posteriores.

Onde estamos hoje?

Nesta visão de homem os conceitos são modificados.

Exemplo:

  • Pais e Educadores – Amigos conselheiros.
  • Fidelidade – Relacionamento aberto.
  • Preservação do corpo – “Meu corpo, minhas regras”.
  • Renúncia por causa dos filhos – busca pelos direitos pessoais à felicidade.

Essa mudança é plenamente aceitável porque combina com os pressupostos do pluralismo vigente em nossos dias. Tal mudança reflete todos os princípios pós-modernistas:

  • Rejeição dos absolutos.
  • Preferência pela “mudança dinâmica” à “verdade estática”.
  • Rejeição da autoridade sobre a individualidade.
  • Tom de tolerância, sentimentos aquecidos e psicologia popular.(Todos podem ensinar um pouco, uma vez que o que vale é a experiência individual).
DE QUE FORMA ESTE PRINCIPIOS PÓS-MODERNOS TÊM MODIFICADO OU INFLUENCIADO SUA VIDA?

Liderar é gerenciar processos!

 

No entanto, o que muitos profissionais tem se esquecido em meio a tantas dúvidas é que Liderar não é apenas gerenciar pessoas mas também processos. 

É importante compreender que o trabalho das equipes e o gerenciamento das rotinas, cria e reforça a estabilidade para o bom trabalho diário e organiza o ambiente de trabalho mas, ao contrário do que estamos habituados a ouvir, o foco das organizações não deve ser as pessoas, mas sim os processos.

A Gestão por processos evita muitos dos problemas de relacionamentos interpessoais e alivia a pressão, uma vez que as dificuldades operacionais recaem sobre o não cumprimentos das diretrizes, e não mais sobre as “incapacidades” humanas, que na maioria das vezes são a desculpa para o não atingimento das metas.

Questões para Debate:

  • O que é gerenciar um processo?
  • O que é qualidade para o processo?
  • Qual deve ser o sistema da qualidade no processo?
  • Qual o padrão de desempenho desejado para um processo considerando defeito, perdas e acidentes?
  • Qual deve ser a medida da não qualidade no processo?

Precisamos compreender que a organização e padronização das metas e diretrizes ajuda a eliminar anomalias no ambiente, os ruídos da comunicação bem como os muitos problemas de relacionamento interpessoal comuns às organizações. 

NÃO PERSIGA UMA IDEIA, EM VEZ DISSO ESTABELEÇA METAS!

Portanto, esse novo perfil da liderança da área industrial, passa por duas dimensões, a racional (estratégia, processos e estrutura) e a emocional (pessoas, liderança e cultura), que são articuladas pela visão de futuro, motivação de equipes e conquista de resultados.

Por isso, tem se tornado cada vez mais importante que o Líder Transformador faça uma análise profunda e objetiva dos comportamentos das pessoas de sua equipe, para determinar a combinação das diferentes características individuais que, inconscientemente, interferem no resultado de sua equipe, sem deixar de lado as estratégias de gestão, objetivos e metas a serem alcançados. 

O desafio é grande!

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